O ministro Geddel iniciou o seu discurso pedindo um minuto de silêncio para as vítimas do acidente 447 Air France e deixou claro que continua aberto ao entendimento, ao diálogo, desde que o jogo seja feito às claras. Ele não aceita críticas e alfinetadas de integrantes do PT, nem de membros do governo, porque tem se comportado de maneira leal e com um jogo franco. Quanto a uma candidatura própria a governador, o ministro disse que “a criança tem nove meses para nascer e não precisa ter pressa”. Mas, fez a ressalva de que o seu partido é quem irá decidir.terça-feira, 16 de junho de 2009
Grande Líder do PMDB - Ministro Geddel Viera Lima também esteve no Encontro Regional do PMDB
O ministro Geddel iniciou o seu discurso pedindo um minuto de silêncio para as vítimas do acidente 447 Air France e deixou claro que continua aberto ao entendimento, ao diálogo, desde que o jogo seja feito às claras. Ele não aceita críticas e alfinetadas de integrantes do PT, nem de membros do governo, porque tem se comportado de maneira leal e com um jogo franco. Quanto a uma candidatura própria a governador, o ministro disse que “a criança tem nove meses para nascer e não precisa ter pressa”. Mas, fez a ressalva de que o seu partido é quem irá decidir.Deputado Joélcio no Encontro Regional do PMDB em Santaluz (07/06/09)
O deputado estadual Joélcio Martins, que foi vereador e duas vezes prefeito de Santa Luz, afirmou que o encontro foi muito importante e a militância teve a oportunidade para falar. “Este evento superou as nossas expectativas, pois fizemos uma mobilização junto aos diretórios e às comissões provisórias nos municípios, onde eles discutiram o rumo que o PMDB deve tomar no próximo ano e vieram decididos que o partido deve ter candidatura própria ao governo do estado”, disse o parlamentar.Martins disse ainda que o PMDB, quando ainda era MDB, nasceu em Santa Luz e se a decisão do partido for Geddel governador, ele deseja que o lançamento da campanha seja feito no município. Ele foi muito aplaudido e terminou o pronunciamento falando da vontade política de Geddel em fazer a Bahia acontecer, ou seja, retirar os projetos do papel .
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